Acordeões do Mundo



Concertos 2013

Camera Duo (Itália)

Até 1 de novembro 2013 | 21h30 às 23h30
Teatro-Cine de Torres Vedras

Este duo apresenta um repertório de composições originais, temas escritos com o propósito de encontrar novas sonoridades onde se cruzam aspetos da composição moderna e da eletrónica, em tempo real, numa simbiose com muito pulso e balanço!
A combinação de acordeão e guitarra cria uma mistura de som muito original e interessante, que tem incentivado os dois músicos a continuar a pesquisa de novos caminhos musicais.

O ecletismo e o virtuosismo dos dois músicos têm permitido um percurso de várias confluências que os dois conseguem fundir num projeto único, demonstrando um alto grau de intercomunicação, de improviso e jogo.
O virtuosismo de Simone Zanchini, considerado um dos acordeonistas mais interessantes e inovadores de toda a Europa, aqui sustentado pelo magma de som do grande criativo Giancarlo Bianchetti, um dos mais talentosos guitarristas de Itália.

Simone Zanchini: acordeão, efeitos eletrónicos
Giancarlo Bianchetti: guitarra

DAAU (Bélgica)

Até 2 de novembro 2013 | 21h30 às 23h30
Teatro-Cine de Torres Vedras

Die Anarchistische AbendUnterhaltung, DAAU existem desde 1995.
Grupo de várias formações e opções musicais desenvolveu um universo musical próprio, possuindo uma reputação extraordinária no panorama musical internacional. Apresentam-se em Torres Vedras em quarteto, possuidores de um ecletismo musical invulgar, que tem impressionado nas suas tournées mundiais, nomeadamente nos grandes festivais em França, Suíça, Hungria, Dinamarca e até mesmo em países como a Rússia e Taiwan.

O grupo foi definido principalmente pelo que a sua música não é: não é clássica, rock ou folclore, mas sim todos esses géneros juntos. Os seus espetáculos merecem, por parte dos críticos das diversas áreas musicais, grandes elogios, sendo de destacar a que David Fricke, jornalista vedeta da revista americana Rolling Stone, fez sobre o espetáculo do grupo a que assistiu em Spotfestival, na Dinamarca.

O grupo procura uma sonoridade diferente porque, como dizem, «são mais importantes as histórias que contamos com as nossas músicas do que os instrumentos que tocamos». São, desde a sua formação, ponto de partida para diversos projetos musicais mundiais, mantendo a maior parte dos seus músicos projetos com outras formações e estilos musicais, com conceitos muito amplos, sendo também de referência os seus trabalhos para cinema e teatro. De realçar, na sua discografia, que possui autênticos tesouros musicais. Assistir aos seus concertos é um privilégio e merecem do nosso Festival um destaque especial pela raridade que representam à escala planetária.

Oriundos de Antuérpia, na Bélgica, vindos diretamente para Torres Vedras aí estão: DAAU !

Roel Van Camp: acordeão
Simon Lenski: contrabaixo
Buni Lenski: violoncelo
Han Stubbe: clarinete

João Barradas Trio (Portugal)

Até 8 de novembro 2013 | 21h30 às 23h30
Teatro-Cine de Torres Vedras

A Organização do Festival Internacional de Acordeão de Torres Vedras informa que, por motivos de saúde, a participação da D. Eugénia Lima que era a convidada especial deste concerto teve de ser cancelada.

 

João Barradas é um dos jovens acordeonistas mais reconhecidos na Europa.

Desdobrando-se entre o erudito e a música improvisada e com dois títulos de "Campeão do Mundo", em 2007 e 2010, é o vencedor das mais prestigiadas competições internacionais, tais como: Coupe Mondiale de Acordeão (CIA), Troféu Mundial de Acordeão (CMA), Concurso Internacional Citta Di Castelfidardo (Itália) e Okud Istra International Competition (Croácia).

Apresentar-se-á em trio com Carlos Barreto no contrabaixo (figura incontornável do Jazz português que já trabalhou com Richard Galliano, Brad Mehldau, Bernardo Sassetti, Lee Konitz, Mário Laginha, entre outros) e Marcelo Araújo na bateria (jovem baterista que se tem afirmado como umas das maiores certezas do Jazz nacional).

João Barradas: acordeão
Carlos Barreto: contrabaixo
Marcelo Araújo: bateria

PULCINELLA Quarteto (França)

Até 9 de novembro 2013 | 21h30 às 23h30
Teatro-Cine de Torres Vedras

Não se toma o lugar de Polichinelo por acaso... Pulcinella definitivamente ocupa um discurso "multilingue" na música popular, cheia de referências e divertida com o passado e o presente, aqui e algures.
Gostam de atuar em palco como uma companhia de teatro, a banda cria uma atmosfera semelhante aos contos de fadas. A partir da atmosfera circense que lhes empresta um gosto pela performance, passando pelos trailers dos filmes negros e um gosto especial pela fantasia ....bem, fantasia.
Pulcinella oferece-nos uma mistura cáustica de jazz, rock, tango, dos Balcãs e tradições latino, arriscamos a classificar como um jazz deslocalizado....
Com um naipe de instrumentos atípicos (acordeão, saxofone, contrabaixo, bateria e demais instrumentos inesperados), Pulcinella possui um público muito mais vasto do que apenas fãs de jazz.
Desde que o saxofonista Ferdinand Doumerc reuniu em 2004 os membros da banda em Touluse, os Pulcinella têm apresentado a sua música iconoclasta em numerosas ocasiões a partir de Toulouse para Paris, Genebra para Agadir, Roma para Odessa…
Já tocaram como banda de apoio com: Akosh S., Julien Lourau, Renaud Garcia Fons, Bojan Z, Claude Tchamitchian New Lousadzak, Marc Ducret, Jim Preto, Michel Portal, Magyd Cherfi, Joe Fonda, Herb Robertson, André Minvielle, Bireli Lagrene…
Os Pulcinella apresentam regularmente o seu projeto musical em diversos meios culturais (festivais, centros culturais, bares, eventos nacionais, clubes, eventos locais, escolas, praças públicas).
A banda tem internacionalizado a sua música em diversos festivais: Hungria, Ucrânia, Marrocos, Itália, Suíça, Moldávia, Roménia, Senegal, Bulgária, Eslováquia.
Agora temo-los em Torres Vedras e pela primeira vez em Portugal.

Florian Demonsant: acordeão
Frédéric Cavallin: bateria/percussões
Jean-Marc Serpin: contrabaixo
Ferdinand Doumerc: saxofone/flautas
Jacques Masliah: técnico

                Água do Vimeiro